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Shridhar Jayanthi

Scammers

2 min read

Hoje eu perdi a manhã inteira lendo artigos sobre Anna Sorkin/Anna Dewey, a garota que deu um golpe em um monte de gente da elite de NYC. Não pude deixar de comparar com os casos recentes de acusações golpes que vieram à tona nas últimas semanas: os casos da Joana D'Arc e o da Patrícia Lélis. Esse último é um que, pra mim, não está claro o que é mentira e o que é real, mas a Joana D'Arc já soltou seu mea culpa e admitiu a falsificação. O caso da Joana D'Arc (nome é destino?) me parece um caso interessante de alguém que, como a Anna Sorkin, começou com uma mentirinha e perdeu o controle da situação. A escala da mentira se tornou monstruosa no caso da Anna, evidentemente. Uma outra observação interessante foi o fato de que eu me peguei concedendo o benefício da dúvida pras duas brasileiras. Dá pra notar bem o processo psicológico que nos leva a baixar a guarda diante de um golpista. Essas pessoas usam uma das partes mais vulneráveis do relacionamento pessoal: a boa vontade. Não é a toa que esses golpes em inglês são conhecidos como Confidence Jobs, né?